quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Peixe elétrico (poraquê) mata jacaré... (eu gostei... - 600v pode matar um cavalo)

Peixe elétrico pode monitorar qualidade da água
Variação de tensão levaria à criação de técnica para detectar vazamentos..

Adotar peixes elétricos para ajudar a monitorar a qualidade das águas, permitir a detecção de vazamentos de petróleo e alertar sobre a concentração de poluentes de forma mais rápida que os instrumentos tradicionais: isso é o que pretendem pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Como o campo elétrico desses peixes varia em função da alteração das propriedades físico-químicas do meio, ele pode indicar a qualidade da água.



A análise do campo elétrico desses peixes é o objetivo de um estudo desenvolvido sob orientação de José Alves Gomes, oceanólogo do Inpa. Os resultados podem levar ao desenvolvimento de uma técnica de baixo custo para o monitoramento da poluição da água de rios próximos a fábricas ou poços de petróleo.

De acordo com José Alves Gomes, serão analisadas as reações entre as substâncias provenientes da água de perfuração e do óleo cru com o campo elétrico dos peixes. A água de perfuração é aquela que sai misturada ao óleo retirado dos poços de petróleo, sendo, portanto, rica em metais pesados. Em seguida, serão escolhidos cinco elementos presentes nesses meios (como mercúrio, cádmio, chumbo, níquel ou cobre, por exemplo) e sua influência sobre o campo elétrico dos peixes será analisada.

Esse campo é sensível aos poluentes e à alteração das propriedades físico-químicas da água, como a dissociação de substâncias em íons negativos e positivos. "Quanto mais condutiva a água, por exemplo, mais rápido o campo elétrico do peixe diminui de intensidade", diz José Alves Gomes. Certos elementos poluentes alteram a concentração de sódio e potássio das células dos peixes e, com isso, afetam sua descarga elétrica.

Acima, o Apteronotus albifrons. Peixes desse gênero foram escolhidos para o estudo por apresentar estabilidade de descarga elétrica Os pesquisadores pretendem trabalhar com peixes de campo elétrico de baixa tensão (da ordem de 1 V). Para que sirva de parâmetro para as medições, o ideal é que essa tensão seja estável. Serão analisados mais de 150 peixes de duas espécies do gênero Apteronotus, devido a sua conhecida estabilidade de descarga. A idéia é usar uma bomba para capturar a água dos rios para um aquário com um Apteronotus, onde a descarga do peixe será monitorada por computadores antes de a água ser devolvida a seu percurso normal. Um alarme deve tocar caso a qualidade da água seja duvidosa.



A princípio, os cientistas não teriam como identificar os poluentes presentes na água sem o auxílio de técnicas tradicionais como a análise em laboratório. O que se pretende é identificar as características alteradas no campo elétrico dos peixes quando entrarem em contato com cada tipo de metal. A partir desses dados, talvez seja possível dizer quais são os poluentes em maior concentração na água.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

sábado, 13 de novembro de 2010

Fotos registram formas de pesca artesanal e belezas da reserva de Itaipu


Da simplicidade do processo e da gente que sobrevive da pesca artesanal no reservatório de Itaipu, passando pela beleza da natureza até chegar a um alerta para a tragédia da degradação ambiental. Tudo registrado nas fotografias de Celso Ikedo, técnico de laboratório do Núcleo de Pesquisas em Limnologia, Ictiologia e Aquicultura (Nupélia) da UEM.
As fotos fazem parte de uma exposição que vai até o dia 29 no Museu da Bacia do Paraná.
A mostra “A pesca artesanal no reservatório de Itaipu e seu ambiente” é resultado de um ensaio fotográfico de Ikedo, inspirado em seu trabalhoestatístico sobre a produção pesqueira na reserva de Itaipú.
 Resolvi contar a história desses pescadores, mostrar como vivem, a mortandade dos peixes, as várias formas como eles pescam e o meio ambiente”, conta. “Também quero mostrar como é o trabalho da estatística do Nupélia nareserva de Itaipu.”
Os pescadores artesanais da região de Itaipu utilizam técnicas como a pesca com redes, com tarrafa (usada para pegar iscas vivas), rede de arrasto, espinhel e a pesca com anzol de galho, todas elas retratadas nas fotos da exposição. “Eles usam a pesca para subsistência e para a venda para peixarias da região”.
Ikedo produziu a maioria de suas fotos com uma Nikon D90, mas conta que também fez alguns registros com uma Sony Cybershot. “A Sony é mais fácil de carregar”, conta. Em 2004, Ikedo foi eleito o fótografo amador do mês de junho em um concurso nacional realizado pelo jornal esportivo Lance!






Para ver de perto
“A pesca artesanal no reservatório de Itaipu e seu ambiente”
fOTOGRAFIAS de Celso Ikedo
Até dia 29 de outubro, no Museu da Bacia do Paraná
(Bloco Q02, da UEM – Avenida Colombo, 5.790)
De segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 17h
Entrada franca

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Aula Prof Samira

Segue em anexo o arquivo. Deixarei uma copia impressa com o pessoal da secretaria academica, OK?
Abraco,
Samira

Download aqui

Jeito facil de pescar...