segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Candiru, o temível peixe amazônico


Esse é um peixe amazônico muito interessante e também muito pesquisado ele é
conhecido como peixe-vampiro, o Candiru  é um pequeno peixe do grupo dos bagres que, apesar do tamanho e da aparencia inofensiva, é mais temido pelos nativos da região do que a piranha.
O candiru é um peixe parasita que penetra nas cavidades de peixes maiores alojando-se nas guelras e alimentando-se do sangue do hospedeiro, justificando o nome de peixe vampiro.
Ataques à seres humanos apesar de raros, são temidos, pois trazem consequências dolorosas para as vítimas. O peixe, atraído pelo fluxo da urina, pode penetrar no ânus, na vagina ou na uretra de um banhista desavisado e lá, instalar-se tendo que ser retirado através de cirurgia.







quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Peixe elétrico (poraquê) mata jacaré... (eu gostei... - 600v pode matar um cavalo)

Peixe elétrico pode monitorar qualidade da água
Variação de tensão levaria à criação de técnica para detectar vazamentos..

Adotar peixes elétricos para ajudar a monitorar a qualidade das águas, permitir a detecção de vazamentos de petróleo e alertar sobre a concentração de poluentes de forma mais rápida que os instrumentos tradicionais: isso é o que pretendem pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Como o campo elétrico desses peixes varia em função da alteração das propriedades físico-químicas do meio, ele pode indicar a qualidade da água.



A análise do campo elétrico desses peixes é o objetivo de um estudo desenvolvido sob orientação de José Alves Gomes, oceanólogo do Inpa. Os resultados podem levar ao desenvolvimento de uma técnica de baixo custo para o monitoramento da poluição da água de rios próximos a fábricas ou poços de petróleo.

De acordo com José Alves Gomes, serão analisadas as reações entre as substâncias provenientes da água de perfuração e do óleo cru com o campo elétrico dos peixes. A água de perfuração é aquela que sai misturada ao óleo retirado dos poços de petróleo, sendo, portanto, rica em metais pesados. Em seguida, serão escolhidos cinco elementos presentes nesses meios (como mercúrio, cádmio, chumbo, níquel ou cobre, por exemplo) e sua influência sobre o campo elétrico dos peixes será analisada.

Esse campo é sensível aos poluentes e à alteração das propriedades físico-químicas da água, como a dissociação de substâncias em íons negativos e positivos. "Quanto mais condutiva a água, por exemplo, mais rápido o campo elétrico do peixe diminui de intensidade", diz José Alves Gomes. Certos elementos poluentes alteram a concentração de sódio e potássio das células dos peixes e, com isso, afetam sua descarga elétrica.

Acima, o Apteronotus albifrons. Peixes desse gênero foram escolhidos para o estudo por apresentar estabilidade de descarga elétrica Os pesquisadores pretendem trabalhar com peixes de campo elétrico de baixa tensão (da ordem de 1 V). Para que sirva de parâmetro para as medições, o ideal é que essa tensão seja estável. Serão analisados mais de 150 peixes de duas espécies do gênero Apteronotus, devido a sua conhecida estabilidade de descarga. A idéia é usar uma bomba para capturar a água dos rios para um aquário com um Apteronotus, onde a descarga do peixe será monitorada por computadores antes de a água ser devolvida a seu percurso normal. Um alarme deve tocar caso a qualidade da água seja duvidosa.



A princípio, os cientistas não teriam como identificar os poluentes presentes na água sem o auxílio de técnicas tradicionais como a análise em laboratório. O que se pretende é identificar as características alteradas no campo elétrico dos peixes quando entrarem em contato com cada tipo de metal. A partir desses dados, talvez seja possível dizer quais são os poluentes em maior concentração na água.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

sábado, 13 de novembro de 2010

Fotos registram formas de pesca artesanal e belezas da reserva de Itaipu


Da simplicidade do processo e da gente que sobrevive da pesca artesanal no reservatório de Itaipu, passando pela beleza da natureza até chegar a um alerta para a tragédia da degradação ambiental. Tudo registrado nas fotografias de Celso Ikedo, técnico de laboratório do Núcleo de Pesquisas em Limnologia, Ictiologia e Aquicultura (Nupélia) da UEM.
As fotos fazem parte de uma exposição que vai até o dia 29 no Museu da Bacia do Paraná.
A mostra “A pesca artesanal no reservatório de Itaipu e seu ambiente” é resultado de um ensaio fotográfico de Ikedo, inspirado em seu trabalhoestatístico sobre a produção pesqueira na reserva de Itaipú.
 Resolvi contar a história desses pescadores, mostrar como vivem, a mortandade dos peixes, as várias formas como eles pescam e o meio ambiente”, conta. “Também quero mostrar como é o trabalho da estatística do Nupélia nareserva de Itaipu.”
Os pescadores artesanais da região de Itaipu utilizam técnicas como a pesca com redes, com tarrafa (usada para pegar iscas vivas), rede de arrasto, espinhel e a pesca com anzol de galho, todas elas retratadas nas fotos da exposição. “Eles usam a pesca para subsistência e para a venda para peixarias da região”.
Ikedo produziu a maioria de suas fotos com uma Nikon D90, mas conta que também fez alguns registros com uma Sony Cybershot. “A Sony é mais fácil de carregar”, conta. Em 2004, Ikedo foi eleito o fótografo amador do mês de junho em um concurso nacional realizado pelo jornal esportivo Lance!






Para ver de perto
“A pesca artesanal no reservatório de Itaipu e seu ambiente”
fOTOGRAFIAS de Celso Ikedo
Até dia 29 de outubro, no Museu da Bacia do Paraná
(Bloco Q02, da UEM – Avenida Colombo, 5.790)
De segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 17h
Entrada franca

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Aula Prof Samira

Segue em anexo o arquivo. Deixarei uma copia impressa com o pessoal da secretaria academica, OK?
Abraco,
Samira

Download aqui

Jeito facil de pescar...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Horário para o mês de Outubro

2º Mostra de Cursos e 1º Feira de Ciências e Cultura - Campus Foz do Iguaçu

O Instituto Federal do Paraná - Campus Foz do Iguaçu tem a honra de convidar Vossa Senhoria para a 2º Mostra de Cursos e 1º Feira de Ciências e Cultura.


quarta-feira, 29 de setembro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Abióticos Bióticos

Cópia do Material de livro que fala sobre abiose e biose, que se encontra Biblioteca do Instituto.

Para o trabalho de Introdução a Aquicultura professor Adilson, pra entrega dia 06/10/10.

Link pra Download

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Rio Doce Psicultura

Agradecendo a sugestão da nossa amiga Adriana estou postando o link de um site bastante completo sobre psicultura, especies, hidrografia, enfim vale uma visita.

Link.: http://www.riodocepeixes.com.br/

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Incentivo à criação de camarão em cativeiro

Principais espécies de pescados cultivadas

Conheça as mais importantes espécies cultivadas no Brasil

O Brasil é um país com dimensões continentais. Por este motivo possui regiões com características geográficas e ambientais bastantes distintas. Este fato propicia várias particularidades regionais, determinantes para o desenvolvimento da aqüicultura, podendo se cultivar diferentes espécies de norte a sul do país. A seguir são apresentadas informações sobre as principais espécies cultivadas no Brasil e outras ainda promissoras para aqüicultura nacional.

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Pesca de tubarão no Pará leva a ação de R$ 1 bi

Uma empresa de Belém comercializou ilegalmente 24 toneladas de barbatanas de tubarões, segundo documentação levantada pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).
O crime ambiental equivale ao abate de 280 mil desses animais, de acordo com cálculo da ONG Instituto Justiça Ambiental, que processa a empresa em R$ 1,38 bilhão pelos danos ambientais --ação civil pública protocolada na semana retrasada.
O valor cobrado à empresa Sigel do Brasil pode parecer alto. Mas, segundo Leandro Aranha, chefe da Divisão de Fauna e Pesca do Ibama do Pará, "perto do impacto ambiental, com tubarões sumindo, é até muito pouco".
Felício Ponte, procurador do Ministério Público Federal de Belém, afirma que a ação "tem grande chance de vencer", apesar da tradicional demora com recursos.
Além das multas que a empresa já sofreu via autos de infração do Ibama (que chegavam a cerca de R$ 200 mil), e da ação civil da ONG, o procurador quer abrir processo criminal. "É preciso verificar quais pessoas comandam a empresa", explica.
Os autos de infração do Ibama se referem à falta de documentos válidos para a atividade da empresa; à repetida ultrapassagem do limite mensal de captura, equivalente a uma tonelada de barbatanas; e também ao fato de que as carcaças dos animais correspondentes às barbatanas não foram apresentadas. Matar os tubarões só para retirar as barbatanas é proibido.
Aranha, do Ibama, afirma que a fiscalização faz parte de uma ofensiva na área que ocorre no último ano e meio. Mas a ação se concentrou na Sigel, processadora das barbatanas, por ser a principal exploradora do animal, explica Cristiano Pacheco, advogado e diretor da ONG.
Como sucesso anterior, ele cita ação já deferida de R$ 70 milhões no Rio Grande do Sul, aberta em 2008 e também envolvendo a exploração de tubarões. A multa ainda não foi paga, mas todos os bens ligados à empresa infratora (sem relação com a Sigel) estão sendo protestados, como já ocorreu com um automóvel e um apartamento.
ESPÉCIE AMEAÇADA
Entre as espécies de tubarão pescados pela Sigel está o grelha, ameaçado de extinção. No Rio Grande do Sul, foram citadas as espécies tubarão-anjo e o cola-fina.
"Os brasileiros precisam saber que a área costeira amazônica é a mais rica do país em biodiversidade marinha", diz Pacheco. Essa pes ca descontrolada do tuba rões,"topo de cadeia", com pleta, "coloca em colapso ecossistemas marinhos da região" e "vai contra o direito à vida de cada animal".
E o pior, segundo estima o diretor da ONG, é que essa se ria só a ponta do iceberg. Ele
estima que 70 vezes mais tu barões escapam da fiscaliza ção do Ibama e são abatidos.
Também "não sabemos se empresas estejam passando a exportar por outros Esta dos", diz Aranha, do Ibama.
(Retirado do site: http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=336946)

Declínio da população de fitoplâncton ameaça cadeia alimentar marinha

O declínio secular de algas minúsculas, denominadas fitoplâncton, pode comprometer a cadeia alimentar nos oceanos, inclusive o consumo humano de pescado, revelou um estudo [Global phytoplankton decline over the past century, Daniel G. Boyce, Marlon R. Lewis & Boris Worm, doi:10.1038/nature09268] publicado esta quarta-feira na revista científica Nature.
Os organismos microscópicos, que são a base da vida animal marinha, de camarões a baleias, estão desaparecendo em todo o mundo à taxa de 1% ao ano, afirmaram cientistas. Desde 1950, a massa de fitoplâncton despencou em cerca de 40%, provavelmente por causa do impacto acelerado do aquecimento global, ressaltaram.
“O fitoplâncton é o combustível que move os ecossistemas marinhos”, disse o principal autor do estudo, Daniel Boyce, professor da Universidade Dalhousie, na província canadense da Nova Escócia. “Um declínio afeta toda a cadeia alimentar, inclusive os humanos”, afirmou. Reportagem da AFP.
O ritmo deste declínio, maior nas regiões polares e tropicais coincidiu com o ritmo com que se aquecem as temperaturas da superfície dos oceanos, como resultado das mudanças climáticas, acrescentou o estudo.
Como todas as plantas, o fitoplâncton precisa de luz do sol e nutrientes para crescer.
Mas oceanos mais quentes ficam mais estratificados, criando uma “zona morta” na superfície, aonde menos nutrientes chegam das camadas mais profundas.
Segundo os cientistas, as descobertas são preocupantes.
“O fitoplâncton é uma parte crítica do nosso sistema de suporte planetário – ele produz metade do oxigênio que respiramos, reduz o dióxido de carbono na superfície e, por fim, sustenta toda a indústria pesqueira”, explicou Boris Worm, co-autor do estudo.
Boyce e seus colegas combinaram dados históricos e de alta tecnologia para medir a redução progressiva das minúsculas algas.
Satélites forneceram as medições mais precisas, no entanto, imagens utilizáveis do espaço feitas da biosfera oceânica terrestre só se tornaram disponíveis a partir do fim dos anos 1990, um período muito recente para demonstrar tendências de longo prazo.
Para permitir a viagem no tempo, Boyce e seus colegas compilaram registros desde o fim do século XIX, usando um disco branco de 20 centrímetros colocado dentro do mar a uma profundidade tal que o observador o perdesse de vista.
Ocorre que o grau no qual a luz penetra na camada superior do oceano é uma boa medida da concentração de clorofila encontrada no fitoplâncton.
O estudo “não faz um bom prognóstico de ecossistemas pelágicos ou ecossistemas de mar aberto em um mundo que, provavelmente, ficará mais quente”, ressaltaram, em um comentário David Siegel, cientista da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, e Bryan Franz, biólogo oceânico do Centro de Voos Espaciais Goddard da Nasa.
Em um estudo separado [Global patterns and predictors of marine biodiversity across taxa, Derek P. Tittensor, Camilo Mora, Walter Jetz, Heike K. Lotze, Daniel Ricard, Edward Vanden Berghe, Boris Worm, Nature (28 July 2010) doi:10.1038/nature09329 Letter], também publicado na Nature, uma equipe de cientistas chefiada por Derek Tittensor, também de Dalhousie, descobriu um vínculo estreito entre as temperaturas marinhas e a concentração de biodiversidade dos oceanos.
Em mais de onze mil espécies, de zooplâncton a baleias, o único fator ambiental vinculado a todas as espécies é a temperatura.
“Este vínculo sugere que o aquecimento dos mares, como o provocado pela mudança climática, pode rearranjar a distribuição de vida marinha”, disse Tittensor em um comunicado.
Reportagem da AFP, no UOL Notícias.
EcoDebate, 29/07/2010
Enviado pela Geisy


(Retirado do site: http://www.ecodebate.com.br/2010/07/29/declinio-da-populacao-de-fitoplancton-ameaca-cadeia-alimentar-marinha/)

domingo, 12 de setembro de 2010

Macroalgas merecem mais pesquisa e podem movimentar indústria lucrativa no país



Algas industriais – Elas são usadas para branquear papel, na composição do envoltório de cápsulas de medicamentos, na fabricação de tintas e de cosméticos e como aditivos na indústria alimentícia, além de alimentos. São ainda fontes de inúmeras substâncias bioativas com aplicações na medicina.


Por essas razões, as algas marinhas mereceriam receber mais atenção no Brasil tanto de cientistas como de investidores. Essa é a opinião de especialistas em macroalgas marinhas que apresentaram o panorama da pesquisa científica nacional sobre esses vegetais durante a 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em Natal.
Yocie Yoneshigue Valentim, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), abriu a mesa-redonda com a história do consumo de algas marinhas no mundo e o papel ecológico dessas plantas na ciclagem de nutrientes no mar, na alimentação da fauna aquática, na proteção contra a erosão do substrato marinho e no fornecimento de abrigo para crustáceos.
“Com mais de 8 mil quilômetros de extensão litorânea, o Brasil guarda no mar um rico patrimônio”, disse Yocie, ressaltando que há muito o que descobrir a respeito das propriedades farmacológicas das macroalgas marinhas.
“As drogas vegetais terrestres são bem conhecidas e em qualquer bairro encontramos uma farmácia verde, com remédios feitos de plantas. Por outro lado, o nosso conhecimento em relação às propriedades medicinais dos vegetais marinhos é incipiente. Como comparação, o Japão movimenta US$ 1 bilhão por ano com o comércio de algas marinhas e seus subprodutos”, disse.
Pioneiro no uso de algas marinhas na alimentação, o Japão é o maior produtor e consumidor mundial da planta, que possui espécies mais ricas em vitaminas C e B do que frutas como a laranja, por exemplo.
“Isso explica por que os japoneses não costumam ter muitos casos de gota, uma doença relacionada à nutrição, por exemplo”, afirmou Yocie. A pesquisadora também salientou o papel importante que as macroalgas desempenham para a biotecnologia por sua capacidade de encapsular células animais e vegetais.
Farmácia marinha
O segundo maior produtor mundial de algas marinhas é o Chile, o que permite traçar uma perspectiva de produção brasileira de algas em escala comercial.
Para tal produção, é importante a fertilização em laboratório, de modo que se preserve o meio ambiente. Essa preocupação foi colocada por outra participante da mesa-redonda, Nair Sumie Yokoya, do Instituto de Botânica de São Paulo, que apresentou parte de seu trabalho de pesquisa.
O trabalho é realizado no âmbito do Projeto Temático “Estudos de bioprospecção de macroalgas marinhas, uso da biomassa algal como fonte de novos fármacos e bioativos economicamente viáveis e sua aplicação na remediação de áreas impactadas (biodiversidade marinha)”, coordenado pelo professor Pio Colepicolo Neto, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), e apoiado pela FAPESP – o projeto integra o Programa Biota-FAPESP.
Segundo Nair, no litoral brasileiro foram catalogadas 779 espécies de algas que habitam desde a região dos mangues até grandes profundidades. Para preservar esses ambientes ela defende a reprodução in vitro e o cultivo das algas comerciais de modo a evitar o extrativismo predatório, que poderia levar até a escassez de algumas espécies.
Já existem no país, segundo Nair, alguns cultivos experimentais cuja reprodução é feita por meio do método de biopropagação. Isso evita a retirada de mudas do ambiente natural.
Segundo Nair, o Brasil tem grande potencial biotecnológico em sua flora marinha, que pode fornecer substâncias com propriedades antitumorais, antibióticas, antiinflamatórias e antitrombóticas. Há também espécies que apresentam grande resistência aos raios ultravioleta, podendo ser utilizadas na prevenção ao câncer de pele.
Essas substâncias são fruto de várias interações a que essas plantas são submetidas no ambiente marinho. “Para desenvolver estratégias de defesa nesse ambiente complexo, as algas produzem um grande número de compostos químicos”, explicou.
“Mesmo com todo potencial, o Brasil utiliza pouco essas riquezas marinhas. Trata-se do terceiro recurso aquático mais usado no mundo, movimentando de US$ 5 bilhões a US$ 6 bilhões por ano, mas aqui o uso é incipiente”, disse Nair.
Anticoagulante
Hugo Rocha, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, foi o terceiro participante da mesa-redonda e descreveu sua pesquisa sobre polissacarídeos sulfatados. Trata-se de moléculas encontradas somente nas algas e nos animais, mas as plantas aquáticas os produzem em quantidade e variedade muito maior, o que implica importante potencial farmacológico.
Rocha estudou as fucanas A e B, que são famílias de polissacarídeos sulfatados extraídos principalmente de algas marrons e que demonstraram ser um poderoso anticoagulante. “O principal anticoagulante comercializado hoje, a heparina, foi descoberto na década de 1930 e, desde então, não surgiu nada para substituí-lo”, disse.
Um dos grandes problemas causados pelos anticoagulantes está justamente na potência de seu efeito, impedindo a coagulação do sangue até mesmo em casos extremos, o que resulta em hemorragias.
Diferente da heparina, a fucana mostrou um risco bem menor de hemorragia, mostrando-se um substituto promissor do anticoagulante atual. “Além disso, a heparina é derivada de suínos e bovinos e a sua substituição pela alga representaria uma vantagem produtiva”, afirmou.
Reportagem de Fabio Reynol, na Agência FAPESP, publicada peloEcoDebate, 30/07/2010

Enviado pela Geisy
(Retirado do site: http://www.ecodebate.com.br/2010/07/30/macroalgas-merecem-mais-pesquisa-e-podem-movimentar-industria-lucrativa-no-pais/)




sábado, 11 de setembro de 2010

Material reciclável é a solução correta a tanques para peixes



Os tanques rede não agridem o meio ambiente e agregam renda ao produtor rural: comprometimento com a natureza
Com o aumento da produção de peixes em tanques rede, o que proporciona a produção em larga escala desta atividade rural, a empresa Aqüicultura Alvorada, de Palotina, mais uma vez vem inova no concorrido mercado de pescados e lança um tanque rede totalmente reciclado, feito com PVC de alta resistência e qualidade e que utiliza como bóias garrafas pet e aço inox. A combinação dá ao produto maior durabilidade e retira da natureza um material muito resistente e poluente preservando rios e lagos.
De acordo com o proprietário da empresa, Dirceu Antonio Rossato, o Tanque Rede Alvorada possui garantia de quatro anos na estrutura em PVC e durabilidade superior a 10 anos. A Aquicultura Alvorada também fabrica tanques com rede de aço inox dando na tela a mesma garantia de 4 anos contra corrosão e ferrugem. De acordo com o prefeito Luiz Ernesto de Giacometti, trata-se de uma empresa comprometida com o meio ambiente e que muito orgulha os moradores de Palotina e região. Interessada em preservar o meio ambiente, a empresa recolhe os tanques redes velhos dos produtores na compra de novos, retirando da natureza um material que muitas vezes ficaria jogado ao tempo e que poluiria rios, lagos e tanques, bem como serviria como criadouros de mosquitos. A reportagem é da Assessoria do Gabinete do Prefeito de Palotina – Marcelo Silva

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Cientistas descobrem na Amazônia nova espécie de peixe que come madeira

"O peixe identificado é de uma nova espécie de panaque, um tipo de cascudo que come madeira, segundo Petry. “O grupo tem dentes em forma de colher, que são adaptados a raspar os troncos de árvores que caem nos rios. Este padrão de dentição é único a este grupo que consome madeira”, diz ele.



sexta-feira, 3 de setembro de 2010

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Domésticas - O filme


CINEASTA: NANDO OLIVAL, FERNANDO MEIRELLES
GÊNERO: DRAMA, COMÉDIA
DIÁLOGO: PORTUGUÊS
LEGENDA: S/L
FORMATO: DVDRIP

SINOPSE:
No meio da nossa sociedade existe um Brasil notado por poucos. Um Brasil formado por pessoas que, apesar de morar dentro de sua casa e fazer parte de seu dia-a-dia, é como se não estivesse lá. Cinco das integrantes deste Brasil são mostradas em "Domésticas - O Filme": Cida, Roxane, Quitéria, Raimunda e Créo. Uma quer se casar, a outra é casada mas sonha com um marido melhor. Uma sonha em ser artista de novela e outra acredita que tem por missão na Terra servir a Deus e à sua patroa. Todas têm sonhos distintos mas vivem a mesma realidade: trabalhar com empregada doméstica. Domésticas - O Filme é o primeiro longa-metragem produzido pela O2 Filmes.

Aula de Etica e desenvolvimento profissional

Agradecendo a contribuição da Prof Roseli, estou postando

Aula 2 - Formação da Ética nas Sociedades. -->>     DOWNLOAD

Aula 3 - 27/08 -->> DOWNLOAD

Apostila Origem da Moral -->> DOWNLOAD

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Proteção de tela de um aquário

Fuçando pela internet, encontrei essa proteção de tela bem legal, é um aquario com uma otima imagem...

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Apostila de introdução à informática

Esta apostila é bastante completa, com alguns assuntos que fogem ao escopo da nossa aula. Porém é interessante para quem tiver tempo de estudar. O assunto que iniciamos na aula passada começa no capítulo 8 da apostila.


Click aqui pra fazer o download

Noções básicas de sistemas operacionais

Esse conteúdo se refere as 3 primeiras aulas com o professor Humberto.


Click aqui pra fazer os download

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Apresentação PPS primeira aula Prof Adilson.

Esse é a primeira apresentação de PowerPoint que o Profº Adilson aprensentou.

Oque é a Aquicultura?



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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Manual de Normas de Aquicultura Estatística

Introdução a Psicultura Sustentável.

Introdução a Psicultura Sustentável. Viveiros escavados e tanques redes.

Continua->

Introdução Aquicultura.

A Aqüicultura é a atividade que realiza o cultivo de organismos aquáticos, incluindo-se neste ramo de atividades: a piscicultura, carcinocultura, ranicultura e outras. Na bacia U30 foi somente encontrada a
realização da piscicultura, portanto não sendo necessário a abordagem dos demais cultivos.